O Ranking do Saneamento 2026 aponta que dez dos cem municípios mais populosos do país investem acima do nível por habitante considerado necessário para a universalização dos serviços, um fator diretamente ligado à promoção da saúde pública.
De acordo com o levantamento, o investimento médio em 2024 foi de R$ 135,89 por habitante, abaixo dos R$ 225 estimados pelo Plano Nacional de Saneamento Básico (PLANSAB). A consequência desse cenário é preocupante: 51 municípios destinam menos de R$ 100 por morador, o que dificulta a ampliação do acesso à água tratada e à coleta e ao tratamento de esgoto.
Essa realidade impacta diretamente a saúde da população. A ausência ou a precariedade dos serviços de saneamento contribui para a incidência de doenças de veiculação hídrica, sobrecarrega o sistema de saúde e compromete a qualidade de vida, especialmente em áreas mais vulneráveis.
Entre os municípios com melhores resultados, a maior parte está localizada nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul.
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