A falta de saneamento em bairros periféricos de Fortaleza (CE) expõe uma realidade que vai além da infraestrutura precária e atinge, de forma mais intensa, as mulheres. A reportagem especial do Diário do Nordeste mostra como o esgoto a céu aberto impacta a rotina de mães, lideranças comunitárias e chefes de família, responsáveis por lidar com doenças, alagamentos e fossas improvisadas.
Apesar da estrutura instalada, cerca de 40% dos domicílios ainda estão sem ligação à rede de esgoto. Comunidades como o Grande Bom Jardim convivem com mau cheiro, riscos à saúde e ausência de políticas públicas eficazes. Crianças são as mais vulneráveis a doenças de pele e diarreias, ampliando a sobrecarga feminina nos cuidados.
Uma questão de dignidade e equidade de gênero.
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Foto: Envato e IA por ChatGPT