No distrito de Suruí, em Magé, o rio que dá nome ao lugar corre para a Baía de Guanabara atravessando um manguezal. É dali que saem o caranguejo e o peixe que sustentam centenas de famílias. O mesmo manguezal, em uma pequena parte, ainda recebe esgoto sem tratamento e resíduos que chegam pela água, porque muitas áreas das margens não contam com coleta regular porta a porta. É aí que entra o trabalho da Associação dos Caranguejeiros e Amigos dos Mangues de Magé (ACAMM), feito com a ONG Guardiões do Mar no projeto Andadas Ecológicas.
Clique aqui e confira no vídeo o trabalho que vem sendo feito: sem saneamento, não há pesca, não há alimento e não há geração de renda.
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