Você já parou para pensar que até lavar as mãos, higienizar os alimentos e beber água segura são desafios para quem não tem acesso ao saneamento?
Parece o básico para evitar doenças — e é. O problema começa quando milhões de brasileiros não têm água tratada ou coleta de esgoto e, portanto, não conseguem colocar essas recomendações em prática. A ciência ajuda a revelar uma contradição que muitas vezes passa despercebida: não basta ensinar hábitos de higiene quando faltam as condições mínimas para segui-los. É por isso que falar de saneamento é falar de saúde pública, desenvolvimento infantil, desigualdade e, acima de tudo, de direitos humanos. Essa relação entre acesso à água, à saúde e à dignidade também aparece como eixo central nos materiais socioambientais do projeto. Veja a dica da Dra. Maria Fantinatti, pesquisadora da Fiocruz e professora da UFRJ.
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