No podcast Saneamento Salva, Claudia Luna amplia o olhar sobre um serviço essencial que ainda costuma ser negligenciado. Para a advogada especialista em Direitos Humanos, o saneamento precisa ser entendido como política pública de Estado, e não de governo. A ausência de água e esgoto tratados ultrapassa a infraestrutura: compromete a saúde, a educação, a segurança e o próprio direito à dignidade. E essa ausência tem endereço, gênero e raça. A Dra. Luna mostra como o saneamento precário potencializa a pobreza e o racismo ambiental, atingindo sobretudo mulheres negras e populações vulneráveis. “Não há como se falar em promoção de direitos humanos quando não existe investimento em uma política de saneamento básico.”
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